quinta-feira, 19 de março de 2015

+ Conteúdos - Os " LISTICLES "

Nos último ano, ano e meio, a otimização para os motores de busca, SEO, tem se centrado nos conteúdos ( marketing de conteúdo ) como paradigma para a obtenção de melhor visibilidade.

Afastando-se dos tradicionais meios, a chave do sucesso tem sido a forma como as mensagens são apresentadas, curtas e criativas, através dos infográficos ou vídeos, apelando às ações sociais ( viral ).

Existe um tipo de apresentação de conteúdo que está de novo a ter sucesso, “ a lista “ ( listicle ) que podemos ver diariamente no face book ou google +. É simplesmente um post em formato de lista em que cada ponto pode ser apoiado por um gif ou imagem relevante, para manter os leitores envolvidos.



Com certeza que se lembra de ver algo intitulado como “ 10 coisas que pode oferecer no dia do pai “ , isso é um listicle. Não estou a falar em nada de novo, os marketeers sempre usaram esta forma de apresentar o produto ao longo dos tempos. O que é relevante, é o uso deste diorama em alguns sites que têm tido grande sucesso como o Buzzfeed.
Se pensarmos nos motivos deste sucesso, remetemos para explicações lógicas que envolvem a nossa mente.

Por definição o nosso cérebro adora listas em contraponto  à informação que é apresentada onde não se encontre um padrão de assimilação rápida .
A listicle, tem por norma uma breve introdução e conclusão, assim como os produtos ou serviços apresentados são altamente relacionáveis entre eles e de fácil digestão, uma vez que as imagens adicionadas aos pontos funcionam como descrições. 
Ao mesmo tempo, o leitor poderá ter de imediato a percepção temporal da leitura do post, em função do número de pontos, o que também facilita a leitura completa da lista.

Podemos aproveitar cada um dos pontos listados,  para linkar para o nosso site e assim criar tráfego extremamente importante para o PageRank dos SERPS.

João Maia
H2.3 - Web Marketing


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Design para SEO


Ao projetar um novo site, o SEO é muitas vezes um pensamento posterior, esquecido completamente ou visto como um obstáculo no caminho para produzir um bom trabalho.



Quanto mais cedo se pensar no SEO, melhor. A decisão quanto à estrutura pode fazer a grande diferença e poderá ser difícil muda-la mais tarde.



Webdesign bem sucedido estabelece um equilíbrio entre um site visualmente agradável e que dá os motores de busca o que eles precisam para permitir que este seja bem classificado. Ficam aqui algumas dicas a considerar:

Boas imagens. Estas podem prender o utilizador e criar uma experiência memorável, mas estas podem não estar a transmitir aos motores de busca a mensagem da Empresa e, portanto, precisam de ser apoiadas por conteúdos relevantes. Por outro lado, os textos são importantes para o SEO, mas quando exageramos na quantidade, tornam-se maçadores e condicionam o Design. Há estratégias informáticas, como esconde-los com um “saber mais” que os revela a quem estiver interessado em ler a totalidade.

Efeitos especiais leves. Recursos para embelezar o site como sombras, borders, transições, animações, técnicas que se construíam em programas como o Photoshop e o Flash, podem hoje ser feitas informáticamente - em CSS e html - sem tornar o site pesado, garantindo assim, tempos de leitura mais rápidos.

Conteúdos partilháveis.  Imagens vistosas e conteúdos de interesse geral facilmente partilhaveis também geram tráfego para o site, e promovem a renovação de conteúdos, portanto, porque não aproveitar a relevância das redes sociais? 

Ao longo dos últimos anos, o Google tem se tornado cada vez mais eficaz na segmentação do que considera ser sites de baixa qualidade, reduzindo a sua importância nos resultados da pesquisa. Mesmo com o aumento da consciência sobre SEO, ainda é verdade que a maioria dos sites são criados sem pensar na sua optimização.  Mas o SEO não precisa de ser uma dor de cabeça... basta considera-lo atempadamente.


Beatriz Duval
Designer


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015




Crescimento das REDES SOCIAIS

Embora o Facebook continue a liderar no ranking das redes sociais no que diz respeito ao número de aderentes, o seu crescimento tem vindo a abrandar. Em contrapartida Tumblr e Pinterest são os líderes de crescimento, aumentando seus usuários ativos em 120% e 111%, respetivamente.
O Facebook adicionou apenas 6% à sua base de membros e 2% à sua lista de usuários ativos nos últimos meses, com taxas de crescimento muito abaixo do resto das plataformas sociais analisadas como o Instagram, LinkedIn, Twitter, YouTube e Google+. 

Excluindo a China onde o Facebook é proibido, num estudo alargado em 32 países com mais de 40.000 pessoas contactadas, quatro em cada cinco utilizadores diz ter uma conta no Facebook.
No entanto países como os  Estados Unidos ou Reino Unido, os mais jovens começam a perder o interesse neste gigante das redes sociais. Comportamentos como o partilhar de fotos e mensagens de amigos estão a cair cerca de 20 %.

O interessante de analisar e digno de relevo, é que não se verifica nenhum fenómeno de canibalismo de uma rede por outra. O que se verifica é um crescimento multi-rede, em que um usuário pode estar presente em várias redes sociais.

Esta é de facto a grande tendência.

Para as Empresas é essencial estar presente em redes sociais  com crescimento exponencial nos mercados mais importantes, Europa, Américas, Asia, como o Google+, Instagram, LinkedIn, Twitter, YouTube e claro o Facebook. 

Compete aos marketers e empresas de SEO ajudarem os seus clientes , a se posicionarem nestas redes com conteúdos de interesse, linkados com os seus web sites, gerando trafego e criando critério de procura para o seu mercado.

João Maia

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


Falando de Otimização SEO

Quer ver o seu site nos primeiros lugares do Google?


Quem tem a preocupação de tornar visível na net, web sites, blogs, landing pages, etc, deve facilitar a vida aos motores de busca na procura e análise dos conteúdos publicados.
Os motores de busca não leem páginas como os seres humanos, por isso incorporar pistas identificadoras do conteúdo publicado é determinante. Essas pistas são elementos relevantes para os resultados das SERPS (páginas de resultados dos motores de busca)
Compreender as técnicas utilizadas para melhorar esses sinais ajuda a melhorar a sua classificação (page rank).
Embora não seja do conhecimento público os detalhes exactos dos algoritmos de busca, por exemplo do Google, é possível observar as tendências desses algoritmos ao longo dos anos, assim como publicações, trabalhos de pesquisa publicados ou mesmo registro de patentes de alguns gigantes da rede.
Por tudo isto, assumimos que não existem verdades absolutas quanto à forma exacta de promover a sua página na internet.
Tentamos aqui dar algumas pistas como pode otimizar o seu website.
Começando pelo mais simples:
O uso de Keywords
No início, anos 90,o padrão e suporte dos motores de busca era mapear uma página da web inteira e selecionar as chamadas palavras relacionadas na busca. Ter uma página com muitas palavras diferentes ampliava a combinação de resultados, assim como se adicionássemos uma relação de palavras como um dicionário, o resultado seria um grande número de combinações. A informação era classificada por tópicos, muitas vezes exibindo como resultado das buscas páginas já expiradas, ou de conteúdo diferente ao que estava armazenado. 
Com o número crescente de documentos online, e o trabalho de todos os que queriam ver aumentado o valor das suas publicações nos resultados orgânicos, os sistemas de buscas mais populares começaram a classificar as páginas de resultados mais relevantes em primeiro lugar.
O conceito era este : se a sua página focava determinado tema, os motores de busca iriam descobrir palavras-chave em áreas importantes como a tag title, atributos alt das imagens e texto. 
Com o aumento exponencial de páginas online, e embora as palavras chave sejam o elemento mais básico de otimização, os motores de busca tipo Google, dão relevância ao seu uso e densidade, usando dados estatísticos, como o “  TF - IDF, ( term frequency- inverse document frequency frequency “,  ferramenta central na pontuação e classificação de documentos e conteúdos. O  TF-IDF não sintetiza quantas vezes uma palavra-chave aparece ao longo dos textos, mas oferece uma medida da sua importância, comparando com quantas vezes  seria expectável  aparecer em relação a um conjunto maior de conteúdos. ver
Se utilizarmos ferramentas como Ngram da Google  podemos verificar e comparar a relevância das palavras que vamos utilizar como tags , de forma a escolher aquelas que têm maior peso para impulsionar a otimização da página.
A colocação das key words numa página é igualmente importante uma vez que os motores de busca determinam as secções onde os conteúdos são mais relevantes  (HTML).
O conteúdo localizado no corpo do texto principal provavelmente tem mais importância do que o texto colocado em barras laterais ou posições alternativas. 
Se pensarmos nos dispositivos móveis, então essa localização é ainda mais importante. É comum verificarmos informação que aparece escondida ou parcialmente visivel.
http://h23.pt/pt-mobile.html
Para otimizar a sua página o HTML5 oferece elementos como o <article>, <aside> e <nav>, que pode definir claramente seções da sua página web.
Outro tipo de preocupação em relação às palavras chave é a distância semântica (distância entre o que o usuário gostaria de dizer na linguagem de interface e o significado disponível pelos elementos da linguagem). Refiro-me à relação entre palavras e diferentes frases das páginas online. Não tem haver com distância física, mas sim com o significado e a necessidade de o conectar dentro de frases, parágrafos ou outros elementos HTML.
Basta pensar como os motores de busca interpretam “ Estou com sede, posso beber água?" ou " Vou até à sede do clube "  , ou o meu Labrador tem o pelo castanho.
Ora os motores de busca resolvem este problema através da medição da distância entre as palavras e frases diferentes em diferentes elementos HTML. Quanto mais próximos os conceitos são semanticamente, mais facilmente podem ser relacionados.
Frases localizadas no mesmo parágrafo estão mais próximas semanticamente do que frases separadas por vários blocos de texto.
Existem ferramentas que disponibilizam ajuda, criando um esquema de marcação de dados estruturados apoiados pelos principais mecanismos de pesquisa schema.org . A marcação na página ajuda os mecanismos de pesquisa a compreender as informações que constam nas páginas web e a potenciar resultados.
Em breve falaremos de como os motores de busca também empregam métodos de indexação de páginas com base em frases completas e como essa indexação é importante para o pagerank da sua página.
João Maia
Marketeer na H2.3 - Web Marketing



terça-feira, 14 de outubro de 2014


Compras Online

Como homens e mulheres diferem no seu comportamento
Se investirmos algum do nosso tempo a estudar os hábitos comportamentais dos nossos clientes relativamente às compras que fazem, um dos aspetos mais relevantes,  é a diferença de comportamento entre homem e mulher. 

As compras online merecem também um olhar atento para estes aspetos, pois mesmo no que diz respeito à interação nas redes sociais, enquanto no Facebook cerca de 40 % das pessoas que interagem connosco são do sexo masculino, no Twitter esta percentagem sobe para os 70 %.
Ora estas diferenças de comportamento, afectam determinantemente a forma como devemos postar em cada uma destas redes.
Se analisarmos estas diferenças entre homens e mulheres quanto se trata de pesquisar produtos, fazer compras online e compartilhar descobertas com outras pessoas, verificamos:
Os homens são mais aptos a:
·         Ler com pormenor as descrições dos produtos
·         Pesquisar nas redes sociais e comparar com produtos semelhantes
·         Entrar em anúncios nos motores de busca
·         Usar navegação filtrada
·         Procurar por itens e por tipo de produto, em vez da marca

As mulheres são mais aptas a:
·         Serem  influenciadas  por gráficos topo de gama
·         Assistir a vídeos ligados a itens de vestuário
·         Navegar em produtos similares
·         Interagir com e-mail marketing
·         Conversar on-line com lojas reps
·         Resgatar cupons e aproveitar promoções
·         Procurar por itens de marca em vez de tipo
·         Comprar algo não completamente pesquisado se poder ser devolvido

Vi há dias um infográfico da MineWhat que ilustra estas diferenças e aponta para padrões interessantes  no que diz respeito às respostas que o marketing pode dar a estas diferenças de comportamento.


Encontrar um equilíbrio que satisfaça pode ser um pouco complicado, mas a incorporação de componentes-chave, interacção online e conteúdos detalhados, podem ajudar.
                                                                                       

                           FORMAÇÃO MARKETING       João Maia  H2.3 - Web Marketing                                        


terça-feira, 23 de setembro de 2014




O que é uma Landing Page

Quando se clica num link patrocinado ou num banner e somos redirecionados para uma página que tem a ver com aquela publicidade ou campanha, então, estamos a entrar numa LANDING PAGE ou em português página de entrada.

A Landing Page é uma porta para o seu negócio, produto ou serviço específico. 


É uma página que age sozinha e que consegue cativar a atenção do leitor para o produto ou serviço que está a promover. É como um anúncio de uma revista impressa onde se consegue convencer o leitor das qualidades do seu produto e o leva a tomar uma acção fazendo-o pensar " ERA MESMO ISTO QUE PROCURAVA "

Tem como principal objetivo meta converter o clique em venda, para isso deverá ser o mais eficiente possível.
O texto deve ser objetivo e as informações expostas de forma  clara e organizada. A página deverá conter todos os dados que permitam ao consumidor tomar uma decisão, como a descrição do produto e respectivo preço. 
Expressões como " Compre já " ou  " Registe-se agora " são determinantes para o visitante finalizar o processo. É o que os marketeers chamam de "call to action"

As landing page para além das vendas poderão também servir para recolha de dados, promoção de produtos, ou mesmo fidelizar clientes.

Adicionar legenda

 por : João Maia
    





quinta-feira, 24 de julho de 2014


O papel do Design no “negócio”

by: Beatriz Duval


No ramo da Comunicação, o Design é um dos pilares que sustenta todo o edifício. Hoje em dia, o grande desafio dos profissionais de Design é, não só chamar a atenção das pessoas, mas retê-la. 

Numa era em que o mundo está saturado de informação publicitária, a inovação é cada vez mais importante. Todos os dias cresce o número de empresas que entra no mercado oferecendo produtos e serviços. A forma destas se mostrarem é publicitar. Por sua vez, e para não serem preteridas, as que já existem anunciam também. 
E assim, somos sujeitos diariamente a um excessivo número de comunicações por várias vias, o que produz o efeito oposto: a rejeição. 
Quando recebemos centenas de newsletters diariamente, a tendência é encaminha-las para o lixo sem sequer abrir. Quando encontramos a caixa de correio recheada de flyers e cartões, vão de imediato para ao caixote da reciclagem (pelo menos lá em casa é assim). 

No meio disto tudo, o papel do Designer não é comunicar bem, mas comunicar melhor.


O Designer é um aliado estratégico importante nas empresas, uma vez que é capaz de transmitir um conceito, ideia ou estilo de vida com apenas imagens, e as imagens captam rapidamente o foco do consumidor transmitindo muita informação a uma grande velocidade.

Apesar do papel do Designer estar hoje facilitado pelos recursos informáticos que existem à sua disposição, existe um outro facilitador do seu trabalho: O Marketing. Quando fiz a minha formação em Design de comunicação, todo o trabalho de uma campanha recaía sobre o Designer.  Hoje, o Designer e o Marketeer são aliados e devem trabalhar em conjunto. Existe todo um trabalho de pesquisa e análise por trás de um Logótipo, de um Cartáz, ou de uma Campanha inteira que funciona bem. As novas tecnologias ajudam, mas seria um erro de perspectiva atribuir-lhes o mérito todo. As tecnologias estão ao serviço do Design e não o contrário.  

Com a exigência do mercado atual, investir no Design é uma boa opção. Por vezes, um fator decisivo para a credibilidade de uma Empresa, num mundo cada vez mais globalizado. 
Uma marca bem projetada, mais cedo ou mais tarde trará retorno. 



Beatriz Duval
Designer de Comunicação
h2.3 webmarketing